quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

P R O V A Ç Ã O



Ó Deus,
eu que tu és essência de amor, poder e bondade,
assim como, misericórdia e perdão.
Mas, não devo esquecer que és também todo justiça
e jamais permitiria qualquer sofrimento a um filho
Se não fosse por justo merecimento.
Portanto, se as dores que hoje me castigam
eu bem sei que são resquícios de minhas imperfeições,
Por isso aceito-as como advertência salutar
E resgate de minhas dívidas diante de tua vontade
e provação de minha fé.

José Augusto Cavalcante

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

ASSIM EU APRENDI A AMAR E SER FELIZ



Amor não é confidência, mas é preciso confiança.
Amor não é conveniência, mas é preciso qualidade.
Amor não é satisfação, mas é preciso contentamento.
Amor não é companhia, mas é preciso convivência.
Amor não é circunstancia, mas é preciso particularidade.
Amor não é obrigação, mas é preciso empenho.
Amor não é companheirismo, mas é preciso solidariedade.
Amor não é amizade, mas é preciso estima.
Amor não é insegurança, mas é preciso atenção.
Amor não é comodismo, mas é preciso aceitação.
Amor não é submissão, mas é preciso dependência.
Amor não é necessidade, mas é preciso o necessário.
Amor não é equilíbrio, mas é preciso prudência.
Amor não é ciume, mas é preciso zelo.
Amor não é sofrimento, mas é preciso paciência.
Amor não é desejo, mas é preciso vontade.
Amor não é sexo, mas é preciso volúpia.
Amor não é saudade, mas é preciso nostalgia.
Amor não é carência, mas é preciso espera.
Amor não é ternura, mas é preciso meiguice.
Amor não é paixão, mas é preciso sentimento.
Amor não é felicidade, mas é preciso amar pra ser feliz.

DÓI NA ALMA


Dói na alma,
Quando a esperança está perdida,
Quando a confiança está banida
Quando o destino frustra a vida
E o amor insensível fere o coração

Dói na alma,
Quando se doa
E o sabor dessa doação,
É o fel amargo da soberba
E o gosto desprezível da ingratidão.

Dói na alma,
Quando você ama os seus e eles te desprezam
E a família construída sobre o véu da aparência
Pouco a pouco desmorona sem consistência
Como terra que desintegra em erosão.

Dói na alma,
Quando os corações se entregam ao amor
E os laços que ligam essa união
São cortados com as lâminas do egoísmo
deixando dores, lágrimas e aflições.

Dói na alma,
Quando o eco de tua voz
Perde-se no vazio da intensa multidão,
E em entre tantos corações
O teu pulsa a agonia da fria solidão.

Dói na alma e dói profundo,
Oh Deus, tu que és Senhor de todos os mundos,
Essência de poder, amor e verdade,
Consola os teus filhos aflitos,
Com o bálsamo da tua bondade.

Jose Augusto Cavalcante

sábado, 5 de fevereiro de 2011

QUE PEDIRES A JESUS



Quando nós em nossas orações pedimos graças a JESUS,
é bom não transformar nossos desejos em pedidos.
Por que tudo que nós desejamos tem as impurezas do gosto humano
e é por isso que nem sempre somos atendidos.
Porque, o que supostamente é bom para nós,
Nem sempre é bom para JESUS que tem a pureza e o gosto divino.

JOSÉ AUGUSTO CAVALCANTE

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ALMA INQUIETA



Senhor,
diante das necessidades fraquejei na fé e perdi as esperanças.
Toda confiança que eu tinta em ti
se perderam no vale de lágrimas de minhas aflições.
Orei tantas vezes para Ti, mas minhas preces não foram ouvidas
e as dúvidas invadiram meu ser de maus pressentimentos.
Vós que viste minha fidelidade, viste também minhas dores,
Fragilidades, desesperanças e limitações.
Sabes que fui tentado até o limite de minha exaustão.
Cansado, fiquei pelo caminho desiludido mesmo com você
todo tempo comigo. Mas era preciso que eu estivesse contigo.
Agora, desesperado peço tua ajuda para me tirar dessa dúvida
que perturba-me, desgasta-me e me faz descrê.
Sei que vai me atender porque me amas como sou
e só você pode me compreender e entender
que a inquietude de minha alma é puramente falta de amor.

José augusto Cavalcante

PRESO NO SEPULCRO




Senhor, estou morto e acorrentado aos erros do passado
E como castigo construí meu próprio cárcere
Um rico jazigo todo de mármore
Onde meu corpo em putrefação espera os vermes do pecado

Senhor, quebra o lacre desta sepultura
Resgata-me desta cova pútrida e frígida
Onde minha alma arde arrependida
E meu espírito agoniza em tortura

Vem, santo espírito consolador
Arrebata-me deste sepulcro podre
Antes que os vermes devorem todo meu corpo
Derrame sobre este túmulo a misericórdia do teu amor

Senhor, tu que és o caminho, a verdade e a vida
Salva-me deste infécto jazigo e leva-me pra onde quiseres
Mas não permita ao meu espírito o castigo
De ver meu corpo físico consumido pelos vermes

JOSÉ AUGUSTO CAVALCANTE

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

HOMENAGEM PÓSTUMA



Oh Deus,
Eu quero te agradecer em nome de todos os filhos
pela mãe que nos concebeste. Conhecida cariosamente como DADÁ.
Eu quero agradecer a você mamãe pelo amor incondicional que nos acolheu
no ventre, na alma e no coração. Por todos os dias de nossas vidas.
Obrigado mamãe pela labuta de todos os dias,
pela coragem desmedida diante das dificuldades
imposta pelas necessidades da vida.
Obrigado mamãe pelas preocupações, pelas lágrimas derramadas,
pelas alegrias, pelos sorrisos, pelo olhar inesquecível guardado
em nossas almas e nossos corações.
Quero agradecer a sua magnitude mamãe, especialmente com seu neto,"NETINHO".
Quando a Sra. se agigantou diante da gravidade da saúde de meu filho
e desde então tornou-se um porto seguro para ele e para família.
Obrigado por tudo e desculpe-me algumas falhas que cometi.
Ó mãe querida, recebe neste instante um beijo de todos filhos
como prova de reconhecimento, carinho, afeto e amor por tí.
Ó mãe querida aceita os nossos pedidos de perdões silenciados em nossos corações.
Descanse em paz minha mãe, sabendo que jamais será esquecida porque mesmo distante
estará presente em nossas vidas
Obrigado mamãe pela tua santa e eterna benção.
E que Deus permita um dia te encontrar na irmandade
dos espíritos escolhidos com a benção de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Homenagem Póstuma a D. DADÁ mãe inesquecível de CÉLIA MARIA
José Augusto cavalcante