Quando secar a árvore de minhas aflições Cairão as folhas de minhas dores E minha alma receberá do Céu Chuvas para reflorescer em mim A nova árvore da vida.
Senhor, Piedade aos hipócritas insensíveis Que na busca incansável por aplausos Se travestem de bons samaritanos E vão as praças doarem aos necessitados As sobras infectadas de suas ambições Apenas para satisfazerem o ego de suas vaidades
Não quero mais você Nem ao menos te ver Pra não sofrer depois O que houve entre nós dois Foram chuvas passageiras Noites traiçoeiras Que o destino me impôs Não me procure Não abuse de minhas necessidades Por que estou no limite de minhas fragilidades Não seja covarde Não venhas com as mesmas promessas Por que as lágrimas de minhas carências Não secam com as sobras de suas intimidades